Disputas acirradas marcaram as finais dos jogos no domingo (13/04)

Finais emocionantes com viradas espetaculares. Foi assim que as equipes tanto de Sorocaba quanto de Campinas fecharam o Torneio Regional de Futebol Sindeepres, no domingo (13/04). Confira!

EDM conquista bicampeonato

Em Sorocaba, a EDM F.C conquistou o bicampeonato. No primeiro tempo de jogo, a equipe fechou o placar em desvantagem, ao perder por 3 a 1 para Horus F.C. No segundo tempo, o time conseguiu virar o placar por 4 a 3. Logo em seguida, a Horus conseguiu empatar por 4 a 4. Entretanto, no final do segundo tempo, a EDM garantiu a taça, marcando 5 a 4.

Em 2013, a EDM F. C venceu por 5 a 2 a Active Aramar, no Torneio Regional.

“Não imaginávamos que iríamos ganhar”, disse o capitão da EDM, Luciano Vaz Santos. Segundo ele, o nível técnico de todas as equipes este ano estava muito alto. “Você via disputas acirradas e times favoritos perderem”, destaca. Pela pressão que foi o Torneio Regional, Santos admite que a equipe não cria expectativa para o Estadual, mas irá se esforçar para levar o título.

A vice-campeã Horus conseguiu o título de melhor defesa, com dez gols sofridos.

A Tejofran ficou em terceiro lugar, ao vencer por 15 a 1 a C.A.S., e se destacou na artilharia com 19 gols marcados por Erick Thiago Martins.

O torneio foi realizado no SESC Sorocaba.


Toque Mevoe vence equipe campeã de 2013

Em Campinas, a Toque Mevoe fechou o primeiro tempo em vantagem, marcando 5 a 2 contra a Ceva Unidos, campeã regional e estadual de 2013. No início do segundo tempo, a reação espetacular da Ceva Unidos fez a equipe virar o placar, marcando 7 a 6. Porém a Toque Mevoe reagiu e virou o placar novamente, vencendo por 9 a 7.

O artilheiro Gabriel da equipe Toque Mevoe também se destacou no campeonato, com oito gols marcados.

Na disputa pelo terceiro lugar, a MLK Sem Freio F.C venceu por 4 a 2 a Ceva Corujão, e teve a melhor defesa, com apenas três gols sofridos.

O torneio foi realizado no SESC Campinas.

Chefiada pelo presidente Genival Beserra Leite, missão do SINDEEPRES conheceu nesta terça (8) as instalações da Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho (UMET), criada pelo sindicato de trabalhadores em prédios e condomínios da Argentina.

Uma universidade para o trabalhador! Um sonho ainda no Brasil, mas uma realidade na Argentina. Localizada em Buenos Aires, a Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho (Umet) é a primeira instituição de ensino superior na América Latina criada por um sindicato.

Acompanhado do pesquisador e professor da Unicamp, Marcio Pochmann, e da diretora do SINDEEPRES, Clara Bernadete, o presidente Genival Beserra Leite apresentou um panorama atual do sindicato e do sindicalismo no Brasil, especificamente sobre a terceirização.

Para Genival é muito importante conhecer a Umet, pois ela é a primeira experiência na área sindical na América do Sul. “O SINDEEPRES já investe na formação de seus associados, com cursos para várias áreas. Agora também abriremos oportunidades com o ensino a distâncias".

Mas uma universidade seria um sonho. Mas não é impossível. Por isso viemos conhecer essa histórica e importante iniciativa. Temos muito que aprender”, falou Genival, que com o seu grupo, percorrem várias unidades do sindicato e o prédio da Umet, que abriga cerca de 500 estudantes.

O grupo do SINDEEPRES foi recebido por Víctor Santa María, secretário-geral do sindicato de trabalhadores em prédios e condomínios da Argentina, que além da universidade, administra uma maternidade e centros culturais e de formação técnica para os trabalhadores. Santa Maria reconheceu que o SINDEEPRES é uma dos maiores sindicatos das américas, após ouvir a apresentação do presidente Genival.

Santa Maria e sua equipe, formada por dirigentes sindicais e professores, também apresentaram o projeto da Umet e da atuação sindical que representam. “Podemos e devemos fazer muitas parcerias entre a Umet, nosso sindicato e o SINDEEPRES”, adiantou o dirigente argentino, que aceitou convite do SINDEEPRES para conhecer sua sede em São Paulo. Além de organizar um debate sobre terceirização e o mundo sindical no Mercosul.

O secretário-geral destacou que deseja que a universidade seja um local de aprendizado para os trabalhadores e seus filhos, bem como para a sociedade. Santa Maria é filho de zelador e de mãe dona de casa, por isso vê na Umet a realização de um sonho e que tem um significado muito importante para ele e para todos os trabalhadores argentinos.

Para o pesquisador da Unicamp, Marcio Pochmann o projeto da Umet pode ser replicado no Brasil. “É fundamental se conhecer esse projeto e também de reconhecer que o Brasil precisa de uma iniciativa semelhante. E que o sindicalismo no Brasil pode e deve pensar em criar uma universidade para os trabalhadores aqui”, defendeu Pochmann, que há mais de uma década elabora todos os estudos e pesquisas do SINDEEPRES na área da terceirização, trabalhos estes amplamente divulgados e reconhecidos nacionalmente e internacionalmente.

Lula na abertura

A Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho (UMET) começou a funcionar em abril de 2013 oferecendo aulas em quatro cursos: Políticas Públicas e Governo, Turismo e Esportes, Tecnologias Aplicadas e Desenvolvimento e Gestão das Organizações. Hoje tem cerca de 500 alunos. Tem como unidade um belíssimo prédio que foi construído e planejado para receber essa inovadora experiência.

A abertura da Umet teve a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenta argentina Cristina Kirchner. Na oportunidade Lula destacou que a “a inauguração da UMET tem um significado muito simbólico para a classe trabalhadora”.

Para não prejudicar o feriado prolongado de 1º de Maio, a 9ª edição da Corrida do Trabalhador Sindeepres será realizada no dia 27 de abril (domingo), no Parque do Carmo, zona leste de São Paulo.

 

A tradicional competição, que tem organização técnica da Yescom, reúne anualmente mais de 4 mil pessoas, entre atletas profissionais e amadores e familiares. Ao longo dos seus oito anos, já mobilizou mais de 30 mil participantes de todas as idades.

 

“A corrida objetiva comemorar o Dia Mundial do Trabalho de forma a integrar socialmente os trabalhadores. Afinal, essa prática esportiva possibilita fazer novas amizades, além de ajudar na prevenção de doenças e elevar a autoestima”, explica o presidente do SINDEEPRES, Genival Beserra Leite.

 

O evento conta com o apoio do governo do estado de São Paulo, da Prefeitura de São Paulo e da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação.

 

Expectativa dos que já venceram a prova

A associada Adriana Cristina Rodrigues da Silva participa há seis anos da corrida, e todas as vezes subiu ao pódio. Em 2008 ficou em 2º lugar na categoria associada; em 2009 em 4º lugar na categoria associada; em 2010 em 3º lugar; em 2011 em 4º lugar; em 2012 em 1º lugar. Em 2013 não foi diferente: venceu novamente a prova.

 

Este ano Adriana está na expectativa de reduzir seu tempo. Para isso, tem treinado subida, resistência e tiro rápido. “Se me esforçar um pouquinho consigo diminuir. Afinal, cinco minutos ou dois minutos são muita coisa, faz uma diferença fantástica”, diz.

 

Com relação a vencer mais uma prova, é categórica ao afirmar que corre por prazer e qualidade de vida e não tem ambição de ser a primeira colocada. “Corro para participar do evento, porque gosto do esporte. Se vier o pódio, é o ápice desse esforço”, sorri.

 

O associado José Antônio dos Santos, que ficou 2º lugar na categoria associado em 2013, também acumula títulos. Participou de todas as edições, e subiu ao pódio todas as vezes nesses oito anos de trajetória do evento: quatro vezes pelo 1º lugar, três pelo 2º lugar e uma vez pelo 3º.

 

Este ano Santos espera chegar pelo menos entre os três primeiros colocados na categoria associado. “Tenho treinado bem para essa prova. Não tenho praticado ladeira, mas faço fortalecimento muscular duas vezes por semana”, conta.


Faça já sua inscrição!

A inscrição é gratuita para os associados da categoria e dois dependentes. Para efetuá-la, o associado ou dependente deverá comparecer à sede ou subsede do SINDEEPRES portando os documentos: carteira de associado, último holerite, CPF e RG. A idade mínima exigida para participação na corrida é 18 anos, completos até a data da inscrição; para a caminhada é 16 anos completos até a data da inscrição.


Programação

Local da largada: Parque do Carmo (Avenida Afonso Sampaio Souza, 951, Itaquera, São Paulo)

Data: 27 de abril de 2014 (domingo)

Largada: 8h

Corrida: 10km – Caminhada: 5km

Durante o mês de dezembro/2013 foi feita uma reforma geral no 1º andar da sede do SINDEEPRES, que abriga os departamentos de atendimento trabalhista e benefícios. A obra foi concluída na primeira semana de janeiro.

        
  • Torneio Regional de Futebol Sindeepres já tem vencedores em Sorocaba e Campinas

    Disputas acirradas marcaram as finais dos jogos no domingo (13/04)

    Finais emocionantes com viradas espetaculares. Foi assim que as equipes tanto de Sorocaba quanto de Campinas fecharam o Torneio Regional de Futebol Sindeepres, no domingo (13/04). Confira!

    EDM conquista bicampeonato

    Em Sorocaba, a EDM F.C conquistou o bicampeonato. No primeiro tempo de jogo, a equipe fechou o placar em desvantagem, ao perder por 3 a 1 para Horus F.C. No segundo tempo, o time conseguiu virar o placar por 4 a 3. Logo em seguida, a Horus conseguiu empatar por 4 a 4. Entretanto, no final do segundo tempo, a EDM garantiu a taça, marcando 5 a 4.

    Em 2013, a EDM F. C venceu por 5 a 2 a Active Aramar, no Torneio Regional.

    “Não imaginávamos que iríamos ganhar”, disse o capitão da EDM, Luciano Vaz Santos. Segundo ele, o nível técnico de todas as equipes este ano estava muito alto. “Você via disputas acirradas e times favoritos perderem”, destaca. Pela pressão que foi o Torneio Regional, Santos admite que a equipe não cria expectativa para o Estadual, mas irá se esforçar para levar o título.

    A vice-campeã Horus conseguiu o título de melhor defesa, com dez gols sofridos.

    A Tejofran ficou em terceiro lugar, ao vencer por 15 a 1 a C.A.S., e se destacou na artilharia com 19 gols marcados por Erick Thiago Martins.

    O torneio foi realizado no SESC Sorocaba.


    Toque Mevoe vence equipe campeã de 2013

    Em Campinas, a Toque Mevoe fechou o primeiro tempo em vantagem, marcando 5 a 2 contra a Ceva Unidos, campeã regional e estadual de 2013. No início do segundo tempo, a reação espetacular da Ceva Unidos fez a equipe virar o placar, marcando 7 a 6. Porém a Toque Mevoe reagiu e virou o placar novamente, vencendo por 9 a 7.

    O artilheiro Gabriel da equipe Toque Mevoe também se destacou no campeonato, com oito gols marcados.

    Na disputa pelo terceiro lugar, a MLK Sem Freio F.C venceu por 4 a 2 a Ceva Corujão, e teve a melhor defesa, com apenas três gols sofridos.

    O torneio foi realizado no SESC Campinas.

  • SINDEEPRES visita Universidade de trabalhadores em Buenos Aires

    Chefiada pelo presidente Genival Beserra Leite, missão do SINDEEPRES conheceu nesta terça (8) as instalações da Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho (UMET), criada pelo sindicato de trabalhadores em prédios e condomínios da Argentina.

    Uma universidade para o trabalhador! Um sonho ainda no Brasil, mas uma realidade na Argentina. Localizada em Buenos Aires, a Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho (Umet) é a primeira instituição de ensino superior na América Latina criada por um sindicato.

    Acompanhado do pesquisador e professor da Unicamp, Marcio Pochmann, e da diretora do SINDEEPRES, Clara Bernadete, o presidente Genival Beserra Leite apresentou um panorama atual do sindicato e do sindicalismo no Brasil, especificamente sobre a terceirização.

    Para Genival é muito importante conhecer a Umet, pois ela é a primeira experiência na área sindical na América do Sul. “O SINDEEPRES já investe na formação de seus associados, com cursos para várias áreas. Agora também abriremos oportunidades com o ensino a distâncias".

    Mas uma universidade seria um sonho. Mas não é impossível. Por isso viemos conhecer essa histórica e importante iniciativa. Temos muito que aprender”, falou Genival, que com o seu grupo, percorrem várias unidades do sindicato e o prédio da Umet, que abriga cerca de 500 estudantes.

    O grupo do SINDEEPRES foi recebido por Víctor Santa María, secretário-geral do sindicato de trabalhadores em prédios e condomínios da Argentina, que além da universidade, administra uma maternidade e centros culturais e de formação técnica para os trabalhadores. Santa Maria reconheceu que o SINDEEPRES é uma dos maiores sindicatos das américas, após ouvir a apresentação do presidente Genival.

    Santa Maria e sua equipe, formada por dirigentes sindicais e professores, também apresentaram o projeto da Umet e da atuação sindical que representam. “Podemos e devemos fazer muitas parcerias entre a Umet, nosso sindicato e o SINDEEPRES”, adiantou o dirigente argentino, que aceitou convite do SINDEEPRES para conhecer sua sede em São Paulo. Além de organizar um debate sobre terceirização e o mundo sindical no Mercosul.

    O secretário-geral destacou que deseja que a universidade seja um local de aprendizado para os trabalhadores e seus filhos, bem como para a sociedade. Santa Maria é filho de zelador e de mãe dona de casa, por isso vê na Umet a realização de um sonho e que tem um significado muito importante para ele e para todos os trabalhadores argentinos.

    Para o pesquisador da Unicamp, Marcio Pochmann o projeto da Umet pode ser replicado no Brasil. “É fundamental se conhecer esse projeto e também de reconhecer que o Brasil precisa de uma iniciativa semelhante. E que o sindicalismo no Brasil pode e deve pensar em criar uma universidade para os trabalhadores aqui”, defendeu Pochmann, que há mais de uma década elabora todos os estudos e pesquisas do SINDEEPRES na área da terceirização, trabalhos estes amplamente divulgados e reconhecidos nacionalmente e internacionalmente.

    Lula na abertura

    A Universidade Metropolitana para a Educação e o Trabalho (UMET) começou a funcionar em abril de 2013 oferecendo aulas em quatro cursos: Políticas Públicas e Governo, Turismo e Esportes, Tecnologias Aplicadas e Desenvolvimento e Gestão das Organizações. Hoje tem cerca de 500 alunos. Tem como unidade um belíssimo prédio que foi construído e planejado para receber essa inovadora experiência.

    A abertura da Umet teve a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenta argentina Cristina Kirchner. Na oportunidade Lula destacou que a “a inauguração da UMET tem um significado muito simbólico para a classe trabalhadora”.

  • 9ª Corrida do Trabalhador Sindeepres será em abril

    Para não prejudicar o feriado prolongado de 1º de Maio, a 9ª edição da Corrida do Trabalhador Sindeepres será realizada no dia 27 de abril (domingo), no Parque do Carmo, zona leste de São Paulo.

     

    A tradicional competição, que tem organização técnica da Yescom, reúne anualmente mais de 4 mil pessoas, entre atletas profissionais e amadores e familiares. Ao longo dos seus oito anos, já mobilizou mais de 30 mil participantes de todas as idades.

     

    “A corrida objetiva comemorar o Dia Mundial do Trabalho de forma a integrar socialmente os trabalhadores. Afinal, essa prática esportiva possibilita fazer novas amizades, além de ajudar na prevenção de doenças e elevar a autoestima”, explica o presidente do SINDEEPRES, Genival Beserra Leite.

     

    O evento conta com o apoio do governo do estado de São Paulo, da Prefeitura de São Paulo e da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação.

     

    Expectativa dos que já venceram a prova

    A associada Adriana Cristina Rodrigues da Silva participa há seis anos da corrida, e todas as vezes subiu ao pódio. Em 2008 ficou em 2º lugar na categoria associada; em 2009 em 4º lugar na categoria associada; em 2010 em 3º lugar; em 2011 em 4º lugar; em 2012 em 1º lugar. Em 2013 não foi diferente: venceu novamente a prova.

     

    Este ano Adriana está na expectativa de reduzir seu tempo. Para isso, tem treinado subida, resistência e tiro rápido. “Se me esforçar um pouquinho consigo diminuir. Afinal, cinco minutos ou dois minutos são muita coisa, faz uma diferença fantástica”, diz.

     

    Com relação a vencer mais uma prova, é categórica ao afirmar que corre por prazer e qualidade de vida e não tem ambição de ser a primeira colocada. “Corro para participar do evento, porque gosto do esporte. Se vier o pódio, é o ápice desse esforço”, sorri.

     

    O associado José Antônio dos Santos, que ficou 2º lugar na categoria associado em 2013, também acumula títulos. Participou de todas as edições, e subiu ao pódio todas as vezes nesses oito anos de trajetória do evento: quatro vezes pelo 1º lugar, três pelo 2º lugar e uma vez pelo 3º.

     

    Este ano Santos espera chegar pelo menos entre os três primeiros colocados na categoria associado. “Tenho treinado bem para essa prova. Não tenho praticado ladeira, mas faço fortalecimento muscular duas vezes por semana”, conta.


    Faça já sua inscrição!

    A inscrição é gratuita para os associados da categoria e dois dependentes. Para efetuá-la, o associado ou dependente deverá comparecer à sede ou subsede do SINDEEPRES portando os documentos: carteira de associado, último holerite, CPF e RG. A idade mínima exigida para participação na corrida é 18 anos, completos até a data da inscrição; para a caminhada é 16 anos completos até a data da inscrição.


    Programação

    Local da largada: Parque do Carmo (Avenida Afonso Sampaio Souza, 951, Itaquera, São Paulo)

    Data: 27 de abril de 2014 (domingo)

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  • Novas instalações do departamento de atendimento ao trabalhador

    Durante o mês de dezembro/2013 foi feita uma reforma geral no 1º andar da sede do SINDEEPRES, que abriga os departamentos de atendimento trabalhista e benefícios. A obra foi concluída na primeira semana de janeiro.

 

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  • “Sindicalismo Contemporâneo: 1º de maio – uma nova visão para o Movimento Sindical Brasileiro”
    Em comemoração ao Dia do Trabalhador, a União Geral dos Trabalhadores irá realizar um seminário ...
    Em comemoração ao Dia do Trabalhador, a União Geral dos Trabalhadores irá realizar um seminário internacional “Sindicalismo Contemporâneo: 1º de maio – uma nova visão para o Movimento Sindical Brasileiro”  nos dias 28 e 29 de abril, em São Paulo.   O Seminário, realizado pela UGT e CESIT/UNICAMP, tem como público alvo: Dirigentes da UGT (Executiva nacional); Sindicatos de Base da UGT; convidados estudantes e pesquisadores da área de Sociologia Política e Sindical e outras áreas relacionadas à organização do trabalho.   Veja a programação abaixo:   Sessão de Abertura Membros da Operativa - UGT;  Representante do CESIT (coordenadores do Projeto);  Presidenta da República;  Governador do Estado de SP;  Prefeito de São Paulo;  Ministro do Trabalho;  Secretário de Governo do Trabalho;  Secretario Municipal do Trabalho;  Superintendente do Trabalho de SP;  Ordem dos Advogados do Brasil – OAB;  Central Sindical das Américas – CSA; Ministro Público do Trabalho – MPT; Presidente da Comissão do Trabalho da Câmara Federal; Tribunal Superior do Trabalho – TST; Tribunal Regional do Trabalho – TRT; Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial – IEDI; International Brotherhood Teamsters – IBT  Federación Sindical Europeia – FES; American Federation of Labor and Congress of Industrial Organizations – AFL–CIO; Centrais Sindicais   Temas e ementas das Mesas   28/abr/2014   Mesa 1 – O Lugar do Trabalho no Capitalismo Contemporâneo Ementa: mudanças na  economia  capitalista;  dominância  do  capital  financeiro; redefinição do papel dos Estados Nacionais, reorganização do trabalho; impacto da crise sobre o mundo do trabalho, o sindicalismo e a questão social. Coordenação: Representante do CESIT/UNICAMP Debatedor UGT: representante da UGT   Expositores: (25 minutos cada expositor, 10 minutos para coordenador e debatedor) Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo. Professor UNICAMP/FACAMP  Benício Viero Schmidt  - Prof. UFB  Ricardo Antunes, Professor titular de sociologia do trabalho na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Guy Standing. Professor de Estudos de Desenvolvimento na School of Oriental and African Studies (SOAS), da Universidade de Londres.    Mesa 2 – Trabalho e Desigualdades Ementa: mudanças recentes na estruturação ocupacional, polarização social, as crescentes desigualdades sociais, a questão de gênero raça e juventude, reorganização do trabalho, reconfiguração das classes trabalhadoras.  Coordenador: Anselmo Luís dos Santos Debatedor UGT: Representante da UGT    Expositores: Helena Hirata, graduada em Filosofia (USP, 1969) e doutora em Sociologia politica pela Université de Paris VIII (1979). Diretora de pesquisa emérita do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique) no laboratório CRESPPA - equipe GTM (Genre, Travail, Mobilités) associado às Universidades de Paris 8-Saint-Denis e Paris 10-Nanterre.  Magda Biavaschi. desembargadora do trabalho e doutora em Economia Aplicada [Economia Social do Trabalho] pelo IE/UNICAMP (2005).  Pierre Salama – Economista. Professor da Universidade de Paris  Paulo Eduardo de Andrade Baltar – CESIT/IE/UNICAMP   Mesa 3 – Movimentos Sociais Ementa: o significado dos novos movimentos sociais no mundo e no Brasil; crise de representação das instituições políticas; novas formas de participação e organização social; a atuação em rede; cidadania digital; novos atores políticos; a relação dos movimentos com os sindicatos e partidos.  Coordenador: Waldir Quadros Debatedor UGT: Representante da UGT   Expositores: Luiz Carlos Azedo. Jornalista e apresentador da TV Brasil.   Adalberto Cardoso – Professor da UFRJ / Coordenador do IUPERJ Henrique Castro – Professor da UFRGS / Centro de Pesquisa e Pós-graduação    sobre as Américas. Marcos Nobre, Pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, e Professor UNICAMP, ciência política. Nina Cappello – movimento Passe Livre.  (A Confirmar).   29/04/2014   Mesa 4 – Sindicalismo no Capitalismo Contemporâneo Ementa: mudanças recentes na organização sindical; o papel do sindicalismo no mundo globalizado; as novas formas de representação dos interesses coletivos de trabalhadores; formas de ação e organização dos trabalhadores; o sindicalismo está em crise ou declínio?  Coordenador: Walter Barelli Debatedor UGT: Representante da UGT   Expositores: José Paulo Neto. Professor Titular da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Professor Emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor honoris causa pela Universidad Nacional del Centro de la Provincia de Buenos Aires (UNICEN). (A confirmar). Mike Fichter, economista e pesquisador da GLU. (confirmado). Armando Boito Professor Titular de Ciência Política da Unicamp.  José Ricardo Ramalho – Sociólogo e Professor Titular a UFRJ.   Mesa 5 – Tendências das relações de trabalho e impactos na organização sindical Ementa: desafios do movimento sindical frente às tendências das relações de trabalho; uma visão da Estrutura Sindical Internacional. (Falta fechar).   Coordenador: (Prof. Dari Krein) Debatedor UGT: Representante da UGT   Expositores: Andréia Galvão. Professora do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, UNICAMP.  Dari Krein – Prof. CESIT/UNICAMP Marco Aurélio Santana. Diretor do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais/UFRJ – (A confirmar) Dari Krein – Professor CESIT / UNICAMP. Vítor Baez – Secretáro Geral da CSA.   Mesa 6 - Sociedade, Economia e Trabalho: a Visão dos Trabalhadores Temas: o olhar das Centrais Sindicais brasileiras sobre os desafios colocados para a sociedade, o mundo do trabalho e o sindicalismo, em um contexto de profundas mudanças.   Coordenador: Amilton Moretto Debatedor UGT: Representante da UGT Expositores: Representante das Centrais Sindicais (UGT, FS, CUT, NCST e CTB)     SERVIÇO Data: 28 e 29 de abril de 2014 Local: NOVOTEL SÃO PAULO CENTER NORTE – São Paulo / Capital Realização: UGT e CESIT/UNICAMP Para mais informações ligue: (11) 2111-7355 / 2111-7356 / 2111-7357 / 2111-7302 – Com Carlão, Maurício, Daniela e Luciana.   Fonte: UGT
  • SINDEEPRES forma cerca de 60 trabalhadores em cursos profissionalizantes
    Em fevereiro, o SINDEEPRES ofereceu três cursos gratuitos de curta duração: Monitoramento, Portaria ...
    Em fevereiro, o SINDEEPRES ofereceu três cursos gratuitos de curta duração: Monitoramento, Portaria e Recrutamento e Seleção. Com duração de dois dias, totalizando dez horas em cada área, ao todo cerca de 60 associados ou dependentes foram qualificados para atuar em uma das atividades oferecidas.   No conteúdo aprendido no curso de Monitoramento, destacam-se técnicas especiais em segurança, tipos de alarmes e dispositivos, alarmes de segurança eletrônica e como operá-los. No de Portaria, os alunos aprenderam técnicas de segurança, de combate a incêndios e de relações humanas. Já no de Recrutamento e Seleção, planejamento de RH e técnicas de recrutamento e seleção foram algumas das atividades desenvolvidas.   A dependente Nicolly Ramos Neuhold fez os três cursos. No começo iria fazer apenas o de Portaria, pois pretende atuar na função. “Quero trabalhar 2x36, e penso que na área de portaria as condições trabalhistas são melhores”, justificou. Depois resolveu fazer os outros dois cursos, por considerar que essas áreas são complementares. “E o mercado exige essa habilidade”, reforça.   A trabalhadora Luizabelli Batista Silva Santos viu no curso de Portaria e Monitoramento a oportunidade de se atualizar. “Já trabalhei com circuito fechado de televisão. Os cursos ampliaram meus conhecimentos e ajudaram a corrigir erros que cometia. Além disso, aprendi a usar técnicas de equilíbrio emocional com o público”, ressalta.   “Nosso objetivo é qualificar cada vez mais o nosso trabalhador para o concorrido mercado de trabalho, mas que esse investimento não pese no bolso dele”, destaca o presidente do SINDEEPRES, Genival Beserra Leite.   Fique de olho na abertura de vagas de novos cursos no decorrer do ano.
  • Sindeepres participa de Seminário Trabalhista da Amcham
    Representantes sindicais e diretores jurídicos debateram propostas de reformas das leis do trabalho ...
    Representantes sindicais e diretores jurídicos debateram propostas de reformas das leis do trabalho O presidente do SINDEEPRES, Genival Beserra Leite, participou do primeiro painel sobre terceirização de mão de obra do Seminário Trabalhista, realizado pela Câmara Americana de Comércio de São Paulo (Amcham) nesta terça-feira, 25/02. Ele destacou os 21 anos de atuação do Sindicato no estado de São Paulo em defesa dos trabalhadores terceirizados e temporários. “Tivemos bons resultados para os trabalhadores, tanto que a terceirização em São Paulo avançou se compararmos com outros estados. A modernização do setor de serviços, por exemplo, só trouxe ganhos para a categoria”, disse. E ressaltou a importância do trabalho em conjunto entre sindicatos laborais e patronais e empresas tomadoras e empregadoras para o crescimento do setor produtivo, além defender a ampliação das discussões sobre a regulamentação da terceirização. Ainda sobre esse tema, o presidente do Sindeprestem, Vander Morales, enfatizou que sua entidade pratica o sindicalismo de resultados, pois entende que não existe empresa forte sem trabalhadores bem assistidos e bem remunerados. Nesse sentido, falou da importância de se ampliar a discussão acerca do projeto de lei que regulamenta o trabalho terceirizado no Brasil (PL 4330/04). Segundo ele, a regulamentação é fundamental para “trazer segurança jurídica às empresas”, além de duplicar a proteção ao trabalhador, “seja pelo tomador, seja pelo empregador”. Morales destacou ainda que a terceirização, nos últimos anos, tem movimentado a economia no país. “É uma ferramenta de competitividade, é fundamental para as empresas competirem globalmente.” Sobre a atuação dos trabalhadores terceirizados nesse cenário disse: “São eles que movimentam a economia. Compram geladeira, fogão, financiam carro, a casa própria e viajam.” De forma prática e eficiente, o mediador do debate, o ex-ministro do Trabalho (1985-1988) e ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (1988-2002) Almir Pazzianotto, foi claro ao dizer que sugeriu ao ministro do TST Carlos Alberto Reis de Paula acabar com a polêmica em torno da terceirização com uma revisão na Súmula 331, hoje um dos principais elementos normativos do instituto da terceirização trabalhista. “Basta retirar a referência a atividade meio e transformar a responsabilidade subsidiária em solidária, porque é assim no Código Civil. Inicialmente os empresários foram contra. Mas hoje eles estão de acordo, porque o responsável solidário é o melhor fiscal da regularidade de um contrato de prestação de serviços, evitando, assim, possíveis problemas de natureza trabalhista.” A conciliação entre trabalhadores e empresas para solucionar divergências em contratos de trabalho foi tema do segundo painel. Eduardo Barros, diretor jurídico da Volkswagen, e Patricia Ulian, diretora jurídica da Cummins para a América Latina, foram os debatedores. No último painel, propostas de regulamentação dos contratos de pessoas jurídicas para altos cargos foram comentadas por Leandro Gomes, diretor jurídico da Johnson & Johnson, e Angelica Sampaio, diretora de recursos humanos da ITW. Entrevistados pela Folha Terceirizada, Leandro Gomes e Eduardo Barros falaram sobre a importância da regulamentação da terceirização. “Obviamente que sempre preservando o direito do trabalho e a não precarização do trabalho dos empregados terceirizados, é fundamental que seja regulamentada uma lei, para que o Brasil tenha segurança na captação de capital externo”, disse Gomes. Barros acredita que, tecnicamente, a terceirização é irreversível. “Ela vai acontecer de qualquer forma, e há duas vertentes a serem trabalhadas. De um lado, liberdade total dos trabalhadores, inclusive de ser organizaram como acharem conveniente. Do outro, a regulamentação da terceirização feita com profunda discussão, por gente especializada no assunto e que não tenha nenhum preconceito, para não distorcer o resultado final.” Ao final, o CEO da Amcham, Gabriel Rico, disse que a ideologia é a grande questão que complica o avanço da boa terceirização no Brasil. “O mundo de hoje se caracteriza pela integração das cadeias produtivas. Nós produzimos alguma coisa no Brasil, que é usada na China e depois vai para a Itália ou pode ser até montada no EUA. Todos querem fazer parte dessa cadeia, que não é nada mais que uma forma de terceirização”, exemplificou. Rico parabenizou os presidentes do SINDEEPRES e do Sindeprestem por terem sido os grandes motivadores para a realização do evento, que reuniu 200 pessoas.
  • SINDEEPRES garante pagamento salarial e de benefícios e os trabalhadores da Evoluti retomam as atividades
    Os mais de 700 trabalhadores da prestadora Evoluti Tecnologia e Serviços Ltda., que estavam sem ...
    Os mais de 700 trabalhadores da prestadora Evoluti Tecnologia e Serviços Ltda., que estavam sem receber os salários de novembro de 2013, tiveram seus pagamentos acertados e retomaram as atividades depois de quase um mês paralisados. Leituristas, inspetores e entregadores reivindicavam o pagamento de salários, benefícios, férias e demais verbas, que estavam atrasados. O SINDEEPRES interveio, e, após negociação, o tomador de serviços (CPFL) disponibilizou os valores para pagamento direto aos trabalhadores, através do Sindicato. Em janeiro deste ano, diante de novo atraso nos pagamentos e demais benefícios de dezembro de 2013, os trabalhadores paralisaram as atividades, oportunidade na qual o SINDEEPRES voltou a negociar para que os valores devidos pela CPFL (tomadora) ao Grupo Evoluti (prestadora) fossem disponibilizados ao Sindicato para efetuação do pagamento dos trabalhadores, o que aconteceu em janeiro de 2014. O SINDEEPRES apresentou ao Ministério Público do Trabalho (MPT) – Procuradoria Regional do Trabalho da 15ª Região –, em audiência realizada no dia 15 de janeiro, a proposta de que a Evoluti assinasse TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), garantia para que os próximos salários não sofressem atrasos. Entretanto, independentemente da assinatura do TAC, o Sindicato garantiu que, caso a prestadora volte a atrasar os pagamentos, o tomador de serviços pode transferir automaticamente ao SINDEEPRES os valores devidos à prestadora de serviços, para que os trabalhadores recebam seus salários. Ainda na mediação, a Evoluti afirmou ter efetuado a transferência dos valores relativos a vale refeição, alimentação, transporte e aluguel de moto. A prestadora também se comprometeu a calcular as multas relativas aos atrasos nos pagamentos de salários e férias; Ficou acordado que o pagamento dessas multas seja realizado no mês de fevereiro de 2014. A tomadora CPFL começou a efetuar o pagamento dos salários atrasados. A prestadora de serviços e responsável pelos trabalhadores – a Evoluti – esclareceu que o atraso salarial ocorreu devido à mudança recente para uma nova administração, pois a empresa foi recentemente vendida, e a problemas nas transferências bancárias. A sede da Evoluti fica em Goiânia e a empresa desenvolve atividades na cidade de Campinas, na Baixada Santista e nas regiões de São José do Rio Preto, Araçatuba e Lins, entre outras. Na área de Campinas, a prestadora conta com cerca de 850 trabalhadores no projeto CPFL.
  • Medeiros garante protagonismo do SRTE/SP
    Há oito meses no cargo, o superintendente regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo, ...
    Há oito meses no cargo, o superintendente regional do Trabalho e Emprego no Estado de São Paulo, Luiz Antônio de Medeiros, tem enfatizado a importância do protagonismo da superintendência. Entre as prioridades de sua gestão estão o combate ao trabalho escravo, ao trabalho infantil, à precarização e aos acidentes de trabalho.   Leia a entrevista na íntegra.   Folha Terceirizada Fale um pouco da sua trajetória de luta pelos direitos trabalhistas. Medeiros: Toda a minha vida foi ligada à luta dos trabalhadores. Comecei a minha luta política contra a ditadura militar, durante a qual fui preso político. Exilei-me no Chile, na Alemanha e na Rússia (antiga União Soviética), depois voltei. Aqui, trabalhei em uma metalúrgica ligada ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. O sindicato estava muito desgastado e só fazia assistência, sem organizar politicamente os trabalhadores. Entrei na chapa sindical em 1981 e em 1984, fui eleito primeiro secretário. A partir daí, praticamente passei a dirigir o sindicato, e em 1987 ganhei as eleições. Nós fizemos uma grande renovação nele, com a construção do prédio da Rua Galvão Bueno e das subsedes, a criação do departamento de Segurança e Medicina do Trabalho, e o reequipamento infraestrutural do sindicato. Posteriormente, fundei a Força Sindical e fui seu primeiro presidente. Depois fui deputado federal. No governo Lula fui secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego. Na gestão, dinamizamos a transparência dos processos trabalhistas; fizemos a ampliação de base para sindicatos legítimos; e redigimos a portaria para que as centrais sindicais tivessem direito a participação no imposto sindical, para serem viabilizadas financeiramente, porque não existe defesa dos trabalhadores sem recurso financeiro. E agora estou na superintendência do MTE.   Qual é o principal desafio da SRTE/SP hoje? Medeiros: Voltar a ser protagonista nas lutas trabalhistas no estado de São Paulo, voltar a ser mediadora dos conflitos trabalhistas, colocar o Ministério do Trabalho para realmente fazer uma grande política. E a SRTE/SP, como diz o próprio ministro Manoel Dias, tem de ser o protagonista de tudo que diz respeito ao trabalhador. Estamos ouvindo os sindicatos laborais e empresariais para fazermos acordos.   Quais são os projetos de sua gestão? Medeiros: Estamos dando prioridade agora ao combate ao trabalho escravo, porque é uma vergonha que em São Paulo, principal cidade do Brasil, exista escravidão. Isso é uma contradição, porque ao mesmo tempo em que há no estado trabalhadores que recebem seus direitos e que trabalham em casa, há também trabalho escravo. Dessa forma, vamos atacar com mais força essa vergonha, tanto no meio rural como no urbano, e o trabalho infantil, a precarização das relações trabalhistas e os acidentes no trabalho também terão destaque. Já estamos conversando com o sindicato dos técnicos de segurança no trabalho para que tenham uma participação especial nessa luta contra os acidentes trabalhistas, que, infelizmente, têm aumentado no Brasil nos últimos anos.   Hoje o MTE possui um quadro reduzido de auditores fiscais para cobrir as demandas. Como pretende lidar com isso? Medeiros: Realmente há uma grande carência de fiscais. Temos 490, o que é absolutamente irrisório para fiscalização. Há também a defasagem salarial, tanto dos fiscais como dos funcionários. O ministro Manoel Dias tem procurado resolver isso com a presidenta Dilma. Mas nem por isso somos acomodados. Nossos auditores, proporcionalmente, são campeões em recuperação de perdas do Fundo de Garantia, e estamos batendo todos os recordes em termos de fiscalização.   Sobre a Lei 12.690/2012, das cooperativas de trabalho, sancionada pela presidenta Dilma, qual será o critério de fiscalização do MTE? Quanto às cooperativas, temos de separar o joio do trigo. As cooperativas transparentes, isto é, as que estão dentro da lei, serão respeitadas. Mas há muitas cooperativas de fachada, precarizadoras de mão de obra, e elas não serão toleradas, porque não são democráticas. É uma forma de enriquecimento Fraudulento à custa do sangue e do suor do trabalhador. Com ordem do ministro Manoel Dias, nós vamos continuar no combate a esse tipo de cooperativa.   No dia 11 de julho de 2013 as centrais sindicais organizaram a mobilização Dia Nacional de Lutas em todo o País. Entre as principais reivindicações estavam: o fim do fator previdenciário, a redução da jornada de trabalho e o fim do Projeto de Lei 4.330, que amplia a terceirização. Qual a sua avaliação sobre o ato? Medeiros: O Brasil já está atrasado em reduzir a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. O trabalhador precisa de tempo para o lazer. Com relação ao fim do fato previdenciário, deve-se encontrar uma saída, uma negociação, para atender o clamor das pessoas que vão se aposentar e conciliar com o que o governo pode pagar. Sobre o fim do PL 4.330, se as centrais estão contra é porque devem ter alguma razão, mas precisamos ter uma lei que regulamente a terceirização no País. Temos algumas exceções de sindicatos, como o SINDEEPRES, que lutam pelos direitos dos representados da categoria, para que tenham os mesmos direitos dos trabalhadores da atividade principal. Entretanto, só a Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que regulamenta o que pode ser ou não atividade-fim não é suficiente porque não é lei. Depois, com o avanço tecnológico, a era da informação, da globalização e do processo acelerado da ciência, não há como definir o que é meio e o que é fim. Quem vai dizer qual o tipo de atividade? A definição é muito subjetiva, depende da interpretação, da cabeça de cada juiz e de cada procurador. Isso não pode continuar do jeito que está. Tem de haver um marco regulatório para acabar com a selvageria e com a insegurança jurídica das empresas.   Como o senhor avalia o trabalho do SINDEEPRES nestes 21 anos? Medeiros: Ainda bem que temos o SINDEEPRES, um sindicato que resguarda o direito dos trabalhadores e promove muitas iniciativas assistenciais, como assistência odontológica e benefícios, além do grande amparo jurídico que dá aos direitos dos trabalhadores. Temos que saudar e cumprimentar este sindicato de vanguarda na defesa dos interesses da categoria. O presidente Genival não gosta muito de aparecer, mas gosta muito de trabalhar.

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